MOVIMENTO FDP (protegido pelo Anjo Snuff)
O nosso propósito primeiro é acabar com o sentido único e corromper com o estado das coisas e avançar como movimento para as próximas eleições ....
António S. Oliveira (1958) além de literariamente dar à luz, A. Dasilva O. (1980) acaba de publicar «Poeta bom é poeta morto-vivo» 2020 ed Mortas; «Canção Inóspita» Eufeme 2020;«FOIOQUEUDISSE»; Correspondência Amorosa Entre Salazar e Marilyn Monroe, 1997, ed. M; Diários Falso de Fernando Pessoa, 1998, ed. M. Criou e editou várias revistas: Arte Neo, a revista Filha da Puta. Criou e realizou em dose dupla As Conferências do Inferno, Os Encontros com o Maldito em colaboração com o grupo de teatro Contracena. Co-fundou e dirigiu a Rádio Caos onde realizou entre outros programas: A. Dasilva O. Fala ao País. Edita actualmente a revista « Estúpida»
As
Edições Mortas acabam de editar "Até que a morte nos separe" por
Claudio Mur, um livro de poemas dedicado a Sanea Vallis. Disponível para
já na Livraria Utopia e Livraria Térmita ou contactando @sdasilvao , 100 páginas, PVP 15
Fragmentos da intervenção do primeiro ministro no pontall
Português, peçoas de bem, de olhos nos olhos vos confesso e digo, não gorvenamos melhor porque o Chega e o seu governo sombra não deixa.
Apesar disso conseguimos limpar as matas do interior, milhares e milhares de hectares foram limpos sem perdermos uma vida. Pelo contrário permitimos aos idosos mais desfavorecidos saírem de casa para uns dias de desassossego num empreendedorismo rural com tudo à conta do estado. Por outro lado estão a nascer mais crianças em Portugal damos um pontapé numa pedra em qualquer rua deste país e lá nasce um português de gema.
De olhos nos olhos vos reafirmo que nada nem ninguém nos impedirá de cumprir e fazer cumprir a Constituição libertando-a das amarras da revolução e do tribunal constitucional a pedimos desde já a demissão de todos em nome dum Portugal maior, mais aberto ao submundo do crime, da corrupção e do spinumvivo.
Portugal não pode parar, sem travões mas com o TGV e um novo aeroporto, o futuro é nosso com uma maioria autárquica, uma maioria governamental e um presidente. O céu será o limite, portugueses a banhos de sangue, suor e lágrimas e de olhos em bico nas forças armadas